No sentido dos cinco sentidos.
segunda-feira, 30 de março de 2009
sábado, 28 de março de 2009
Esta manhã na Torre do Tombo

Tivemos direito a um banho de História do Direito Português esta manhã na Torre do Tombo, passe a redundância.
Muito bom.
Dado não poder fotografar as Cartas de Foral e outros documentos de elevado interesse a que tivemos acesso, deixo-vos apenas umas fotos do rés-do-chão deste nosso Arquivo fantástico e um convite a que se deleitem por lá, como aconteceu contigo.
domingo, 1 de março de 2009
Esta terra foi portuguesa
Da janela do meu quarto.
O arquipélago das Maldivas foi habitado desde o século V a.C. por povos provenientes de Sri Lanka e do sul da Índia. Em 1153 converteram-se ao Islamismo e em 1345 foram visitados pelo famoso viajante árabe Ibn Batuta.
Os portugueses estabeleceram-se em 1558 mas foram expulsos em 1573 por Mohamed Takurufar al-Azam. No século XVII, as ilhas passaram ao domínio dos holandeses, e em 1796 pelos britânicos. Em 1953, o califado foi substituído por uma república. No ano seguinte, os britânicos apoiaram a restauração do governo por um sultão.

A República de Suvadiva, proclamada em 1959 nos atóis do sul manteve-se apenas durante um ano. Em 1965, as Maldivas tornaram-se independentes do Reino Unido e em 1968 instalou-se definitivamente a república, com Amir Ibrahim Nasir, primeiro-ministro desde 1957, como presidente.
As últimas tropas britânicas abandonaram as ilhas em 29 de Março de 1976. No ano seguinte, a escrita do idioma divehi foi latinizada. Em 1978, Maumoon Abdul Gayoom sucedeu a Nasir. Quatro anos depois, o país ingressou na Comunidade Britânica de Nações. O islamismo permaneceu como religião oficial das Maldivas.
Passou a ser eleito um presidente da república por voto popular e para mandato de cinco anos, assistido por um gabinete, responsável perante a câmara única ou Conselho do Povo (Majlis), constituído por 48 membros.
sábado, 7 de fevereiro de 2009
O meu anoitecer
Não há nada melhor do que, ao chegar a casa depois de um dia de trabalho, poder tirar os sapatos de salto alto, i.e., descer ao piso 0.
E relaxar.
Não há melhor spa que o de ouvir e sentir Rossini já descalça depois do meu dia desgastante.
Entreabri o cortinado e, no escuro da sala, espreita a ténue luminosidade da iluminação pública. Para ser perfeitíssimo este anoitecer, só mesmo substituindo esta luz pela da lua. Isso seria possível estando na província. Lá, onde o tempo não passa a esta velocidade, o meu spa duraria duraria duraria ... até eu adormecer.
quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009
Teses de Doutoramento - Pague uma leve duas

O negócio da compra e venda de teses de Mestrado e de Doutoramento não é novo. Já sabemos. A notícia que veio a lume por estes dias reitera a preocupação com este problema muito sério que, ao que parece, tem vindo a agravar-se. Digo "ao que parece" porque não se sabe ao certo a dimensão de tal mercado nem em que proporções tem aumentado.
Segundo o DN, "Fonte oficial do Ministério do Ensino Superior rejeitou qualquer responsabilidade na prevenção de plágios, remetendo-a para o júri, que "deve estar a par da investigação nas suas áreas"." O júri? Sim, sim. Parece que estou a imaginar os elementos do júri preoupados com esta questão... Ainda mais visto tratar-se, essencialmente, de interesse dos mestrandos ou doutorandos plagiados.
Diz ainda o DN que "algumas universidades acabam de adoptar um programa informático, o Ethorus, que facilita a detecção de plágios. Mas, ao contrário dos códigos de universidades americanas, em que o plágio pode dar lugar a expulsão, em Portugal, a penalização é discreta. É-se convidado a retirar os trabalhos, podendo ser reapresentados depois. E tudo morre no silêncio das cumplicidades do meio académico."
É fartar vilanagem.
Pergunto: como é isto possível? Onde está então o mecanismo preventivo necessário à tentativa de resolução da questão? Uma atitude tão desonesta e que exige, naturalmente, um sistema rígido de detecção de fraude não possui sanção?? Ou seja, o acto de arriscar não é sequer objecto de punição?
Desconheço os códigos americanos referidos. Porém, uma coisa sei. Não há maior traição do que a realizada contra si mesmo. Quando este princípio, no entanto, não está subjacente à mentalidade de um povo, há que defender os poucos que ainda remam contra a maré.
A descrença no valor do sistema de ensino de um país é um sentimento que me causa extrema angústia.
terça-feira, 3 de fevereiro de 2009
segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009
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